‘Volta de Ricardo Coutinho a prisão não representa afronta ao STJ’

O MPPB – Ministério Público da Paraíba – informou que a volta do ex-governador Ricardo Coutinho, além de outros implicados com a Operação Calvário/Juízo Final, beneficiados com liminar do ministro Napoleão Nunes, “não representa uma afronta ao Superior Tribunal de Justiça”.

“Mas sim”, conforme documento, “assegurar um ambiente adequado para digestão processual da inicial acusatória, já que estamos diante de fatos contemporâneos gravíssimos”.

Além do retorno da prisão, o MPPB pede, ainda, o bloqueio de todos os bens do então governador e dos outros 34 envolvidos devidamente denunciados pelo Ministério Público no âmbito da Operação Calvário, que desbaratou uma quadrilha supostamente chefiada por Ricardo Coutinho.

Um dos trechos do documento protocolado junto ao Tribunal de Justiça da Paraíba, destaca-se os valores repassados pelo Estado a Cruz Vermelha, na época em que Coutinho foi governador: mais de R$ 980 milhões, além de R$ 270 milhões ao IPCEP, “em um ciclo vicioso que precisa se romper”, relata.

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