Livânia conta, em carta, angústia com o advento da Calvário

A Folha, na Coluna Painel, traz uma informação a despeita de uma carta escrita por uma das principais envolvidas na investigação da Operação Calvário/Juízo Final, a ex-secretária Livânia Faria.

Ela se transformou em braço direito do ex-governador Ricardo Coutinho. Livânia foi presa em 16 de fevereiro de 2019 e, conforme a coluna escrita por Mariana Carneiro, LF relatou sua angústia a familiares e amigos.

De acordo com a publicação, aconteceu “após se tornar alvo do Ministério Público da Paraíba/Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO/MPPB)”.

O texto fala que “cartas foram escritas antes da prisão, em 16 de fevereiro de 2019” e diz que “ela reclama do que considerou de perseguição e espetacularização do caso pelos procuradores do estado [Na verdade procuradores do MPPB] e faz planos para o próprio funeral”.

Segue a nota:

“Farias diz que a pressão sobre a família é tanta que os filhos não podem sair de casa”.

“Agradece ao ex-governador Ricardo Coutinho pela confiança em seu trabalho e diz que ‘o tinha como espelho no trabalho do governo’. Contudo, “alega que o fardo da ofensiva do MP é pesado”.

A colaboração feita por Livânia foi pesada e revela detalhes do suposto pagamento de propina, também que o mandachuva do governo da época era o chefe da suposta organização criminosa investigada no âmbito da Operação Calvário.

A nota é concluída assim: “Ré sob a acusação de ter recebido suborno, ela saiu da prisão dias após assinar o acordo de colaboração e aguarda em liberdade seu julgamento. A Calvário investiga desvio de R$ 134,2 milhões da área de saúde estadual”.

One comment

  1. queria que fosse também pra cabedelo la está merecendo uma investigação sobre os desafios do dinheiro público da saúde e outros

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