Nêumanne Pinto sobre Ricardo: ‘De líder sindical a chefe da Orcrim’

Em artigo no jornal Estado de São Paulo, o paraibano José Nêumanne Pinto deu um passei na trajetória pública do ex-governador Ricardo Coutinho, agora também ex-presidiário.

Destaca, entre outras coisas, “de líder sindical a chefe de organização criminosa que desviou mais de R$ 134 milhões da saúde do Estado”, citando, óbvio, investigação do Ministério Público.

Nêumanne lembrou da farsa quando da inauguração de um dos trechos da transposição do Rio São Francisco, em Monteiro. “Parecia distante da hecatombe do PT após as explosões do mensalão e do petróleo…”

“… Até ficar claro. Até ficar claro que a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) não se submetiam às suas ordens, que não admitiam desobediência, nem a seu carisma de feioso sedutor”, escreveu.

Cita, ainda, a peça irretocável do desembargador Ricardo Vital de Almeida no despacho do pedido de prisão do ex-governador Coutinho e seu bando, que a turba socialista tentou desqualificar:

“Dois magistrados infensos a seu poder e a sua fama de herói do povo demoliram sua biografia e seu charme: o desembargador Ricardo Vital e o titular da 1.ª Vara Criminal Federal da Paraíba, Adilson Fabrício Gomes da Silva, reduzindo sua glória inoxidável a cinzas políticas.”

José Nêumanne, esse paraibano arretado, foi simplesmente brilhante em cada toque de suas palavras a despeito da roubalheira instalada aqui a partir do governo do socialista Ricardo Coutinho, o poderoso chefão.

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