Com o ministro Napoleão Nunes fora de cena, os presidiários Waldson Sousa e o empresário Wlademir Neiva, da Operação Calvário/Juízo Final, desistiram dos pedidos de habeas corpus.
Como recursos seguinte, pediram a extensão do benefício dado de forma “graciosa” ao ex-governador Ricardo Coutinho. Seria apenas uma tentativa, mas se depararam com a juíza Maria Thereza e sabendo que as chances seriam mínimas, então preferiram passar o Natal na cadeia.
O esquema que eles faziam parte teria desviado mais de R$ 130 milhões da saúde dos paraibanos. O Ministério Pública acusa o ex-governador Ricardo Coutinho de chefiar a quadrilha.

Era pra este mafioso retornar pra cadeia, confiscar os bens dos laranjas e passar uns 50 anos preso.