Quando foi para compor a chapa das eleições de 2014, a médica Lígia Feliciano (PDT) era a companheira ideal dos socialistas. Agora, é acusada de tentar fazer um “governo paralelo”.
Tem justificativa para todo gosto na tentativa de convencer que o rompimento da aliança com os pedetistas não partiu do governista PSB.
Pelo menos, a julgar pelas declarações do presidente dos socialistas, o conhecidíssimo Edvaldo Rosas. “É público e notório, é fato concreto, que ela (Lígia) imaginava que o governador Ricardo deixaria a gestão, mas como ele não saiu, ai rompeu”.
Não restou outra alternativa do PDT Nacional, aí assim anunciado pelo presidente Carlos Lupi, o lançamento da pré-candidatura de Lígia, a filiada da legenda pedetista, ao Governo do Estado nas eleições de outubro deste ano. Ela acabou sendo uma vítima desse processo político.
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