LÍGIA SEGUE ECLESIASTES: NÃO É ‘TEMPO DE FALAR’

A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) apela para o livro dos livros em Eclesiastes para manter o equilíbrio, principalmente no aspecto relacionado com os inestimáveis ensinamentos sobre o tempo. Para ela, “tudo em seu tempo”. É o que diz quando instada a falar sobre a expectativa de assumir a titularidade do cargo.

O tempo dela pode não ser do governador Ricardo Coutinho, ou daqueles que desejam vê-la assumir o governo, também os contrários. Mas a julgar pelo livro dos livros: tudo tem sua ocasião. Então, o tempo pode será mesmo em 7 de abril de 2018, ano das eleições e do prazo final para definição de RC, se fica ou sai do cargo.

Não tem como não seguir os ensinamentos escritos lá em Eclesiastes (3, 1-8): Tempo de nascer e tempo de morres; tempo de plantar e tempo de arrancar; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar e tempo de ergue; tempo de calar e tempo de falar… O tempo de Lígia, neste momento, é de calar.

E age como maestria, sabendo exatamente o seu futuro político. Por isso, tem evitado falar se as declarações do governador, que já anunciou a permanência até o final do seu mandato; não incomoda. Pode perguntar a ela, que a resposta é: “O tempo é o senhor da razão”.

E é mesmo.