PMDB DE TEMER NÃO QUER ALIANÇA COM PSB/PARAÍBA

“Não passada da ponte Sanhauá”. A avaliação seria mais ou menos essa de Antônio Sousa, tesoureiro-geral do PMDB, acerca das informações surgidas nesta semana da reaproximação do governista PSB. Sem dúvida, não tem o menor sentido a união.

Por que não tem sentido? Como se sabe, o partido do governador Ricardo Coutinho, ele de forma pessoal, tem sido o maior crítico do Governo Michel Temer, do PMDB, de quem o senador José Maranhão é o seu mais sério aliado.

Depois, o governador Ricardo Coutinho organizou a caravana pró-Lula durante a inauguração do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco. Por isso, dificilmente água e óleo se misturam.

Nesta sexta-feira (1), Antônio Sousa soltou uma nota descartando por completo a propalada união, destacando que a militância peemedebista teve reação contrária a aliança com os socialistas. “Isso não procede”, disseram os internautas.

“Diante da especulação da imprensa e de algumas pessoas, quero tranquilizar nossos correligionários que, em nenhum momento, o senador e presidente estadual do PMDB, senador José Maranhão, falou que iria apoiar o candidato do PSB a governador em 2018”, diz a nota assinada por Antônio Sousa.

Que complementa: “Sem chances”.

Em outro parágrafo do escrito oficial: “O que houve entre o senador e o governador (Ricardo Coutinho), é que voltaram a conversar, e o senador se colocou à disposição para interceder em favor dos interesses do Estado da Paraíba. Quando à questão política, para 2018, o PMDB tratará na época própria, obedecendo a Constituição Federal e a legislação eleitoral”.

Antes do finalmente: “O que houve entre o senador e o governador (Ricardo Coutinho), é que voltaram a conversar, e o senador se colocou à disposição para interceder em favor dos interesses do Estado da Paraíba. Quanto à questão política, para 2018, o PMDB tratará na época própria, obedecendo a Constituição Federal e a legislação eleitoral.”

E conclui: “O que o Senador tem pregado, inclusive na reunião de 23 de março de 2017, é que o PMDB tem candidatura própria, e em 2018 decidirá sobre alianças. Partido do porte do PMDB não pode ser coadjuvante no processo eleitoral.”