Oposição se diz vacinada ante a estratégia da situação

Sem chances, conforme garantiu um aliado do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), confirmando que ele vai concorrer à reeleição no próximo ano. Portanto, a notícia de que o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) tenciona mudar de partido é válida, mas na hipótese de haver uma reviravolta no grupo de oposição, que não existira enquanto os personagens principais demonstrarem interesse de continuar com o projeto.

Como o senador José Maranhão (PMDB) já pronunciou que “o nome mais forte para concorrer à sucessão é de Luciano (Cartaxo)”, então vale dizer um direcionamento de candidatura à sucessão desse nome, e não de um possível racha dentro do grupo vencedor das eleições municipais de 2016.

O risco que vem sendo propalado é uma possível mudança de projeto de Cássio, e aí ele atrairia o PSD do deputado federal Rômulo Gouveia para o seu lado. Mas não aconteceria porque o tucano já havia assegurado a palavra de concorrer à reeleição em nome da unidade do grupo.

Portanto, esse jogo de intrigas é o que mais interesse o grupo liderado pelo governador, que pretende atrair, principalmente, o PMDB na tentativa de superar a deficiência, quem sabe, da falta de voto em alguns colégios eleitorais importantes, sobretudo em Campina Grande para equiparar o PIB eleitoral que detém a oposição neste momento.

A especulada saída de Luciano do PSD é uma das estratégias do grupo adversário para provocar um racha na relação existente entre o prefeito, peemedebistas e tucanos. O presidente Jovem do PMDB, Ronaldo Andrade, chegou a entrar no jogo da provocação, talvez com o propósito de azedar a relação dentro do grupo. O máximo que conseguiu foi espaço na mídia.