TCE orienta prefeitos sobre planejamento sustentável

O Tribunal de Contas da Paraíba reuniu prefeitos paraibanos, na manhã desta sexta-feira (24), no Auditório Celso Furtado, do Centro Cultural Ariano Suassuna, um de seus anexos, para a discussão de questões relacionadas ao planejamento orçamentário e ao desenvolvimento sustentável.

“O que estamos fazendo é continuar com a orientação permanente e o compartilhamento de informações técnicas em favor da boa gestão”, esclareceu o presidente do TCE, conselheiro André Carlo Torres Pontes, na saudação à plateia formada pelos prefeitos e quadros técnicos municipais.

A exemplo do que fez, anteriormente, em encontros desse gênero, ele reforçou o compromisso com um Tribunal parceiro e sempre de portas abertas aos gestores interessados em dirimir dúvidas. Neste aspecto, também destacou a promoção de meios e ferramentas para o acompanhamento dos atos de gestão pública, em tempo real, no âmbito das contas de 2017.

E explicou: “É um trabalho de prevenção. Já, agora, contabilizamos mais de mil atos de acompanhamento de gestão em contas deste ano”. Ele fez ver aos gestores municipais a necessidade e a importância desses cuidados, a bom tempo, quando as administrações se iniciam, a fim de que os erros na elaboração de orçamentos não se acumulem nem se agravem ao final dos exercícios.

O conselheiro André Carlo comparou os equívocos porventura cometidos na administração pública, se de pronto não resolvidos, ao plantio de melancias cujas sementes, atiradas ao campo, produzem, com o tempo, plantas aleatórias que se intrincam e enraízam. “Com melancias não há problema”, reparou.

Após isso, dispôs o TCE ao benefício de todos. “Pretendemos orientar e exercer nossa missão didática da melhor forma possível. Queremos caminhar em paralelo com os senhores. Desejamos que nos vejam como um grande consultor da administração pública”.

O ENCONTRO – Organizado pela Escola de Contas Conselheiro Otacílio Silveira (Ecosil), organismo sob coordenação do conselheiro Marcos Costa, o evento teve palestras do conselheiro Fernando Catão (A Responsabilidade dos Agentes Públicos na Elaboração dos Instrumentos de Planejamento), da procuradora Sheyla Barreto Braga de Queiroz (Visão do Ministério Público de Contas Acerca dos Instrumentos de Planejamento) e da auditora de contas Públicas Adriana Falcão do Rego (Contribuição das Auditorias Operacionais para o Planejamento da Gestão e da Boa Governança)

Assessoria