O senador Raimundo Lira (PMDB) entrou no curso normal de seu mandato parlamentar, depois da rasteira que levou e ter seu nome rejeitado para ministro do Planejamento, presidente do Senado, líder do partido e, por fim, presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Agora, voltou a falar de amenidades e focou um discurso crítico ao Governo Federal por causa da quantidade de impostos.
Em nota distribuída à imprensa, inclusive para o e-mail do signatário do blog, ele explicou: “No ano da promulgação da Constituição (1988) até agora, a carga tributária vem sofrendo sucessivos aumentos”. Disso os brasileiros já sabem, desde a muito tempo.
O texto distribuído pela assessoria do senador-suplente, ressalta: “Reportagem da Agência Senado de Notícias mostra que, à época, segundo relatou Raimundo Lira em seu discurso, a carga tributária era equivalente a 25% do Produto Interno Bruto – PIB. Em 2014, a carga tributária já era de 32,42% do PIB e, em 2015, chegou 32,66%.”
Ainda o escrito: “No entanto, apesar de pagar mais impostos, a sociedade, na avaliação do Senador, não recebe a compensação devida, pelo contrário. Para Raimundo Lira, com o confisco da renda resultado da cobrança de tributos, o brasileiro consome menos e, em consequência, há queda na produção.”
E sentencia: “O brasileiro não está recebendo a compensação pela redemocratização do país. O Estado democrático brasileiro não está sendo justo com a população brasileira. Nós precisamos entregar novamente este país para a maioria do povo brasileiro, que trabalha, que ama o país e que faz com que o país ande.”
Parece que o senador-suplente ainda não digeriu as derrotas.
