Em nota, ministro paraibano nega recebimento de propina

Encrencado com o inquérito da Operação Lava Jato, tendo sido acusado de receber propina da OAS em sua candidatura ao governo estadual em 2014, o ex-senador Vital do Rêgo, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), distribuiu uma nota com setores da imprensa contendo entre 30 e 40 palavras. Fez para se explicar do envolvimento do seu nome no escândalo que ganhou destaque na mídia nacional.

Vital se envolveu no neste lamaçal de corrupção por causa de sua participação como presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que “investigou” a roubalheira na Petrobras. Tinha como companheiro no grupo da comissão o ex-senador Gim Argello, preso desde de abril dentro do mesmo inquérito do ministro paraibano. No texto da nota, ele garante que jamais negociou valores a doações ilícitas de campanhas eleitorais.

A denúncia jogada no asfalta coloca o ministro do Tribunal de Contas da União como beneficiária da empreiteira OAB com valores correspondentes a R$ 1,5 milhão. A nota simples, sem delongas, diz apenas: “O ministro Vital do Rêgo informa que não recebeu recursos da referida empresa para sua campanha eleitoral. Reitera que jamais negociou, com quem quer que seja, valores relacionados a doações ilícitas de campanhas eleitorais ou qualquer tipo de vantagem pessoal indevida”.

Foi só!!!