Outro instituto revela vitória de Cartaxo no primeiro turno

Dá-se o que as últimas pesquisas esboçavam: vitória de Luciano Cartaxo (PSD), candidato à reeleição, no primeiro turno das eleições municipais de João Pessoa. Segundo sondagem divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto 6 Sigma, encomendada pelo Sistema Correio de Comunicação, o prefeito mantém a dianteira com 42,9% das intenções de votos, contra 23,2% da candidata do PSB, Cida Ramos.

Nesta rodada, o professor Charliton Machado (PT) aparece com 1,5%, seguido do candidato do Psol, Victor Hugo, com 0,7%. Mantendo-se o movimento, faltando menos de 20 dias para as eleições, Cartaxo estaria a um passo de ser reconduzido ao cargo pelo qual se elegeu em 2012, impondo uma nova derrota ao grupo político socialista comandado pelo governador Ricardo Coutinho nas campanhas de João Pessoa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 11/setembro e, conforme o registro no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 06352/2016; e foram ouvidas 1.100 eleitores de 45 bairros de João Pessoa. Revela, ainda, que os votos brancos e nulos seriam 10,8%, enquanto não souberam responder 17,1% dos entrevistados. A margem de erro, segundo a 6 Sigma, é de 2,95% e o nível de confiança de 95%. Portanto, muita água ainda a percorrer por debaixo da ponte eleitoral do principal colégio eleitoral do Estado.

Neste primeiro momento, também, a empresa que encomendou a pesquisa jogou no asfalto a consulta espontânea, aquela que o eleitor é perguntado se vota em fulano, sicrano… Veja os números: Cartaxo tem 36% das intenções de voto, Cida Ramos tem 16,5%, professor Charliton Machado tem 0,7% e Victor Hugo tem 0,3%.

Mais números: 2,2% disseram que não vão votar em qualquer candidato. Os que responderam que vão votar em branco ou anular os votos somaram 10,6%. Do total, 31,7% responderam que não sabem em quem votar e 0,4% não informou.

O blog não teve acesso ao item rejeição dos candidatos. Por isso, submetido aos números anteriores da sondagem, aliado aos percentuais da pesquisa veiculada hoje, é possível observar uma diminuição da campanha e um tom mais leve, talvez sinalizando o arquivamento do discurso.