Cássio diz que governo deve focar na crise econômica

“É uma vitória do povo brasileiro, que nas ruas fez o impeachment”, assim resumiu o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) tão logo o Senado Federal confirmou o afastamento definitivo de Dilma Rousseff da Presidência da República, por ampla maioria de votos; Votaram pelo impeachment 61 senadores, contra apenas 20 que votaram pela permanência da petista.

Para Cássio, está iniciada uma nova fase, na qual o Brasil tem chances de superar a crise econômica que devasta a vida dos brasileiros. Três horas após o afastamento de Dilma, o peemedebista Michel Temer tomou posse no cargo de novo presidente da República.

O apoio firmado entre o PSDB e o governo de Michel Temer é condicionado ao compromisso de garantir aos brasileiros uma volta aos tempos de estabilidade econômica e política, garantida pelo Plano Real. O PSDB apresentou, no início da gestão provisória do peemedebista, um mini-programa de governo com ações objetivas que os tucanos consideram fundamentais para o alinhamento entre os partidos.

Inabilitação

Apesar do impeachment, Dilma não foi punida pelo Senado com a inabilitação para funções públicas. Com isso, ela poderá se candidatar para cargos eletivos e também exercer outras funções na administração pública. O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB) criticou a decisão da Casa. Para ele, o ato foi um atentado à Constituição.

“A presidente Dilma está afastada do cargo, mas habilitada não apenas para disputar a eleição de 2018 – vai começar a fazer campanha a partir de amanhã. Ou seja, o princípio Constitucional da preservação do setor público, da ação preventiva, foi rasgado por um terço dos senadores. O Senado, na votação de um destaque, mudou a Constituição Federal. É algo inaceitável.”

Assessoria

 


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