PMDB está de ‘divorcio’ marcado com aliado de 2014

O PMDB da Paraíba teve uma reunião importante recentemente, discutindo o enfrentamento com o aliado do segundo turno da campanha de 2014, PSB. Deu-se por causa da veiculação de mais de 30 cargos que o partido do senador Zé Maranhão ocupa na estrutura administrativa comandada pela legenda socialista, “que nós ajudamos a eleger”, disse um peemedebista chateado com a notícia das funções citadas publicamente.

Ficou decidido que não tem acordo com os socialistas para as eleições municipais de João Pessoa, tampouco em outras cidades paraibanas, a exemplo de Campina Grande em que o PSB lançou candidatura própria contra o aliado deputado federal Veneziano Vital do Rêgo. A mesma fonte que revelou que não existe acordo de “jeito nenhum”, disse também que “o partido espera que o governo proceda as demissões de peemedebistas”.

A coisa está tão feia que, diferente da boa relação e convivência com o PSDB do senador Cássio Cunha Lima e do ex-senador Cícero Lucena, que não chamem peemedebistas e socialistas para a mesma mesa do jantar, “porque poderá se transformar numa grande confusão”, garantiu o interlocutor do blog.

Nesta quarta-feira (8), conforme publicação num dos portais da cidade, o deputado Nabor Wanderley (PMDB) disse não acreditar em retaliação do governo do PSB durante as eleições em Patos, onde o parlamentar é pretenso candidato à sucessão da prefeita Francisca Motta (PMDB). “Acho que não. Somos bons aliados”, comentou.

Pelo clima é melhor o deputado Nabor Wanderley não confiar, até porque os socialistas têm pretensões também em Patos, cidade de um colégio eleitoral significativo.


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