PSB sente os reflexos do rompimento com Cartaxo

O PSB cometeu um erro de percurso. Deu-se quando decidiu romper a aliança com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que na campanha de 2014 tinha contribuído, de forma decisiva, com à reeleição do governador Ricardo Coutinho. Os socialistas, agora, buscam um candidato à altura para um embate eleitoral desigual.

Isso mesmo, desigual. É que além, de ter que enfrentar o ex-aliado, vai ter pela frente o deputado federal Manoel Júnior (PMDB), cuja candidatura à sucessão tem como padrinho, nada mais, nada menos; do que o senador José Maranhão. Há, também, nos bastidores a informação de que o nome dos socialistas hoje confiado a secretário Cida Gomes enfrenta resistências até internamente, sem contar a baixa popularidade da representação.

Neste momento, o PSB enfrenta dificuldade também dentro do grupo de partidos aliados. Basta lembrar a reação imediata de DEM e PSL após a anunciada desistência de João Azevedo de concorrer a eleição. Se não bastasse, o recuou do PPS em unir-se a campanha socialista. Coisa do passado.