PSC acumula sucesso e deixa aliados chupando dedo

Inspirado na ascensão do seu presidente estadual Marcondes Gadelha a titularidade do mandato na Câmara Federal – na vaga do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), além da nomeação de Carlos Batinga para superintendência da Semob, o PSC é a bola da vez das eleições de 2016. Está na crista da onda.

Ainda se dar ao luxo de escolher para que lado deverá pender, se aliar-se a pré-candidatura do deputado federal Manoel Júnior (PMDB), “com quem já tivemos uma conversa preliminar”, disse Marcondes; ou apóia o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que tenta à reeleição. A situação da legenda cristã é de absoluta tranquilidade, conforme é possível avaliar.

Porém, requer conversas para não parecer que está impondo a participação na chapa majoritária, ocupando o espaço de vice. O ambiente parece ser o contrário, a julgar pelo comportamento da legenda diante da situação de conforto no momento, inclusive em resguardar o seu melhor quadro: Leonardo Gadelha, ex-deputado federal, ex-deputado estadual e ex-vice-prefeito de Sousa.

Por enquanto, o PSC pratica o jogo da paciência sem se preocupar com o vizinho. A definição final é que a legenda cristã está deixando os aliados pra trás, engolindo poeira.