Petê é um partido como outro qualquer; até persegue ex-filiados

Ao acionar à Justiça Eleitoral com o intuito de tomar o mandato do vereador Benilton Lucena, alegando infidelidade partidária, o PT revela-se um partido como outro qualquer, quando tenta passar a impressão de uma sigla “pura” e os acontecimentos envolvendo a legenda não passa de uma turbulência. O petê de outrora perdeu-se no tempo.

A menos que haja um direcionamento neste sentido, mas pelo que se tem conhecimento o único político que perdeu o mandato por cometer infidelidade partidária foi o ex-deputado federal Walter Brito Neto, ex-antigo PFL, hoje DEM. A propósito, uma tremenda injustiça porque outros casos se sucederam na Câmara e ninguém foi molestado. Só o então parlamentar da Paraíba, que havia sucedido Ronaldo Cunha Lima.

Pois bem. Benilton poderá se beneficiar por uma centena de precedentes idênticos ao seu caso, como não cremos que a Justiça Eleitoral da Paraíba estabelecerá uma decisão baseada em influência de quem quer que seja. A propósito, a defesa do parlamentar, quando notificado, deverá ter como causa a linha ideológica de como o PT mudou.

 E pra pior.


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