O PT ainda não se deu conta de que tem um opositor de peso na campanha eleitoral de 2016. Mas avalia-se que os petistas reconhem de que não deverá romper a aliança de 2014 e que essa é uma atribuição do PSB. A julgar pelo que tem sido jogado no asfalto não tem mais nada a fazer a não ser esperar quem vai ao estrelado pela legenda socialista, se o secretário João Azevedo ou os deputados Hervázio Bezerra e Estela Bezerra, pela ordem.
Mas tem petista que ainda não acordou para a realidade. O presidente da legenda Charlinton Machado é um deles. O deputado Anísio Maia é outro. Paracem que estão pagando para ver a banda passar. “Todo partido em nível nacional quer o lançamento do maior número de candidaturas possíveis”.
Isso Anísio, principalmente quando se tem perspectiva de vitória. Ou o parlamentar também subestima a capacidade de força política do partido do governador Ricardo Coutinho. “Tudo que for discutido sobre eleições nesse ano é perdido, porque a conjuntura muda, os ambientes políticos também”, exceto em João Pessoa. É bom lembrar.
Sem perder tempo e mostrando que é mais socialista, o deputado chega a proclama que “no PSB não tem nada decidido. Eles vão decidir quando chegar o momento exato”. O problema é que o PT está observando, sem reação, os aliados se desprenderam de sua base.
