Batizada de “Sete Chaves”, a operação conjunta da Polícia Federal e do Ministério Público Federal levou o deputado estadual João Henrique (DEM) a uma providência que não é usual do seu mandato. No entanto, obrigou a fazer um verdadeiro périplo pelo diversos órgãos comunicação do Estado para explicar o seu suposto envolvimento e o envolvimento do seu nome.
A presente operação teve o objetivo de combater e desarticular organização criminosa que agia na extração ilegal, também comercialização de turmalina da Paraíba. O MPF e PF jogaram no asfalto na manhã desta quarta (27) que a organização criminosa seria formada por empresários e um deputado estadual, conforme notícia do começo da manhã.
Logo chegou a informação de que o parlamentar seria o deputado João Henrique, que confirmou ser alvo investigação e, ainda, apreensão de documentos em suas casas em João Pessoa e Monteiro. O parlamentar disse que “estou sendo alvo de uma injustiça, porque eu sou autor da denúncia contra as empresas”, declarou.
Anotou que “estou pronto para contribuir com todas as investigações”, tendo destacado também que, “ao todo fizemos 15 denúncias”. O deputado está sendo acusado de atuar no segmento de forma irregular. Ele nega. Além da Paraíba, a operação “Sete Chaves” teve atuação no Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo.
Como quem deve não teve, conforme adiantou o deputado João Henrique, logo tomou as providências para esclarecer o fato enquanto envolvido. Distribuiu uma nota a imprensa e garante: “A nossa empresa está completamente regular perante a Receita Federal e o DNPM (Departamento Nacional de Produção)”, justificou sobre a denuncia da qual lhe está sendo imposta.
