Solidariedade é apontado como partido barra pesada

Aqui o Partido Solidariedade é presidido pelo deputado federal (reeleito) Benjamin Maranhão (foto), ex-PMDB. Surgiu como uma alternativa de limpeza da imagem de alguns políticos que se envolveram em escândalos nos últimos anos quando estiveram em outras legendas. Pois bem. É classificado como um autêntico “lista negra” de malfeitos. A começar pelo seu fundador.

Decerto você está curioso em saber quem fundou a legenda de Benjamin Maranhão. Chama-se Paulinho da Força (SP-foto), fundador do Solidariedade flagrado em investigação da Polícia Federal sobre fraude na liberação de recursos do BNDES e, desde agosto, responde a inquérito por corrupção e venda de cartas sindicais, segundo informa o portal Diário do Poder, editado pelo jornalista Cláudio Humberto.

SD é a sigla do Solidariedade, que integra a sopa de letras de mais de 30 partidos com atuação no país. O segundo secretário da recém criada legenda é nada mais nada mais que o deputado Luiz Argôlo (BA), sócio do doleito Alberto Youssef, fiscado na Operação Lava Jata e se encontra preso desde meados do ano passado.

Olha a ficha – Paulinho da Força, o dito fundado do Solidariedade, recebeu uma condenação por improbidade e desvio de recursos públicos. Deu-se em setembro do ano passado, através de uma decisão do Tribunal Regional Federal (TRF-3).

Acabou não. Tem mais: O secretário jurídico do Solidariedade é Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), onde ele já admitiu atuar – muito -, conforme o escrito do Diário do Poder.

Conta, ainda, que Tiago Cedraz é personagem da operação batizada de Voucher, da Polícia Federal. Também citado na Lava Jato. É jovem, mas sua reputação o precede. É amigo de políticos como Pezão, governador do Rio de Janeiro e destaca o escrito: “Ávido por poder, fez de um primo, Luciano, tesoureiro do Solidariedade.

É o que podemos considerar de galera barra pesada, sem aspas mesmo.