Calma gente! Essa matança não é na Paraíba

A Paraíba está entre os estados brasileiros com índices alarmantes de violência. Aqui se mata, se explode um caixa eletrônico a cada 48 horas… Enfim, a pergunta que se faz no momento é: você se sente seguro? Claro que não.

Observando a imagem acima e o texto abaixo qual a sua impressão sobre os dois momentos. Não dá a sensação de que é aqui? Então, continue lendo:

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“Pelo menos 36 pessoas morreram nesta terça-feira (2) em um ataque reivindicado pelos rebeldes somalis shebab em uma localidade do nordeste do Quênia, informou a Cruz Vermelha.

O ataque, na madrugada de terça-feira, aconteceu a 15 quilômetros de Mandera, uma cidade isolada próxima da fronteira com a Somália.

“Nossa equipe está na região para ouvir depoimentos”, afirmou a Cruz Vermelha queniana.

O ataque foi reivindicado na Somália pelos shebab, que reiteraram que a organização será “intransigente, implacável e sem piedade” na luta contra o Quênia.

“Quase 40 cruzados do Quênia morreram em outro ataque de sucesso executado pelos mujahedines da brigada Saleh Nabhan em Koromei, nas proximidades de Mandera”, disse à AFP o porta-voz dos shebabs, xeque Ali Mohamud Rage.

O ataque é parte de “uma série de ataques planejados e executados pelos mujahedines, como resposta à ocupação do Quênia de terras muçulmanas e suas atrocidades em curso”, completou o porta-voz, que denunciou recentes ataques aéreos contra os muçulmanos na Somália.

“Como o Quênia persiste em ocupar terras muçulmanas, mata muçulmanos inocentes e os joga nas prisões, vamos persistir para defender nossa terra e nossa população”, afirmou Eage.

Mandera fica perto do local onde, em outubro, os islamitas executaram 28 não muçulmanos depois de um sequestro.

Os shebab, leais à Al-Qaeda, afirmam que os sequestros são represálias às operações da polícia queniana nas mesquitas de Mombasa, o grande porto do sudeste do país.

O Quênia é cenário de muitos ataques desde sua intervenção militar na Somália em 2011. As tropas das União Africana se uniram às forças quenianas na luta contra os islamitas somalis shebab.”

G1