Sobre os cargos, governador foge do assédio de PMDB e PT

O governador Ricardo Coutinho (PSB) está fugindo do assédio de PMDB e PT pelos cargos no governo “socialista” II como o diabo corre da cruz. A cede desses partidos está sendo considerado um problema, considerando que não tem vaga para todo mundo e que há uma limitação de funções. Recém eleito senador, o presidente estadual do Peemedebê, José Maranhão, desmentiu que já tenha encaminhado uma lista.

A veiculação da informação sobre a lista de Maranhão teria sido vazado pelo Palácio da Redenção por ordem do governador do Estado. JM subiu o tom da indignação sobre a sua suposta relação: “Não somos de barganha, mas esperamos que o governador dê ao PMDB os espaços que o partido merece”.

Uma coisa é certa: graças ao PMDB o governador se reelegeu, conforme adiantou Maranhão: “A participação do nosso partido foi importantíssima; eu diria decisiva para a vitória do governador no segundo turno das eleições”. Só Ricardo Coutinho ainda não reconheceu.

Como também não reconheceu a participação dos petistas no primeiro turno. A propósito, o presidente do PT no Estado, Charlinton Machado, convocou uma reunião para debater como o partido vai participar do Ricardo Coutinho II: “Vamos discutir sobre vários assuntos, entre eles a aliança, os espaços que vamos reivindicar e discutir o governo que queremos”, disse.

O que mais incomoda os partidos é o silêncio do governador.