Servidor é perseguido porque não vota no candidato da prefeita

Estou tentando encaixar os fatos. Pelo que li no blog de Adjamilton Pereira, lá das Cajazeiras que ensinou a Paraíba a ler; parece-me que houve o seguinte: a prefeita Denise Oliveira resolveu penalizar o servidor municipal que não votar no candidato a governador que ela apóia e do qual o esposo Carlos Antônio integrar o grupo de auxiliares do Palácio da Redenção.

Começou após o primeiro turno. Acentuou-se nesta reta final do segundo turno. Denise foi denunciada e o Ministério Público do Estado, em Cajazeiras, acolheu de pronto as queixas dos funcionários que não seguem a orientação da prefeita e do esposo dela. O servidor Robson Alves da Silva é signatária da denúncia junto ao MP cajazeirense.

Tudo vinda correndo direitinho até chegar o período eleitoral. Com 17 anos de serviço público, Robson contou ao Ministério Público que é lotado na Secretaria de Educação, mas foi parar na Pasta de Saúde e recentemente retornou a Secretaria de origem. Mesmo tendo trabalhado normalmente no mês de setembro seu pagamento foi suspenso.

Robson está sem salário e sofre perseguição porque não vota no candidato da prefeita e do esposo dela.

É hora das pessoas se indignarem.