Na recepção a Dilma, todo mundo discursou, exceto Veneziano. Foi barrado!

O pontapé inicial para o fracasso começou no mesmo dia em que o PMDB aderiu a candidatura do governador reeleitoral Ricardo Coutinho (PSB), derrotado na eleição do primeiro turno para o governo do Estado. Quase passava desapercebido se não fosse o recém eleito deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB).

Deu-se na noite passada. Veneziano foi barrado na casa de show “Forrock” quando se dirigia para o evento política que recepcionou a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição. Ela veio celebrar a união PSB/PMDB. Pois bem, Vené foi impedido de subir ao palanque das autoridades e teve que assistir tudo a distância.

Veneziano não precisava disso, pois tinha passagem livre por ser um dos protagonistas da aliança. No entanto, submeteu-se a um constrangimento, embora numa escala menor em relação aquele da audiência com o governador Ricardo Coutinho em 2011, quando esteve no Palácio da Redenção para tratar de assuntos do interesse de Campina Grande, enquanto prefeito da cidade.

Mesmo tendo se identificado, o deputado recém eleito continuou sendo barrado, como barrado será sempre em que houver qualquer evento dos “socialistas”. Constrangido, Veneziano deixou o local sem fazer o que mais de apraz: o discurso.

O slogan de campanha do Cabedeludo, enquanto candidato a governador até ser substituído pelo irmão Vital do Rego, era: Verdadeira oposição, hoje escrita com aspas.