Carro de deputado da Paraíba é usado para orgia em Brasília

O deputado federal Wilson Santiago Filho (PTB) vive desde a madrugada desta quinta (14) seu inferno astral. Ele e seu pai o ex-senador Wilson Santiago, presidente estadual do Partido Trabalhista Brasileiro, receberam uma delegação de prefeitos paraibanos, que participaram nesta manhã de uma audiência com o ministro da Educação, Aluízio Mercadante. No entanto, o que seria um ato para celebração de convênio acabou se transformando num caso de polícia em uma delegacia de Brasília.

A primeira versão foi que os prefeitos e suas assessorias que estão em Brasília solicitaram ao deputado Wilson Filho seu carro com motorista para conhecerem a Capital Federal. Já na madrugada desta quinta (14) eles teriam ido a uma boate, segundo informações, freqüentada por garotas de programa.

Contrataram a tal garota, que cobrou um valor pelo programa e cuja quantia não teria sido paga. Houve um desentendimento e de posse de uma barra de ferro teria danificado o carro do deputado Wilson Santiago. O caso foi levado a uma delegacia de Brasília, onde teria ocorrido um acordo informal.

Agora a pouco, em entrevista ao repórter Nilvan Ferreira – comanda o programa Rádio Verdade, do Sistema Arapuan -, o deputado Santiago, por telefone, justificou que “não sou responsável pelo ocorrido e muito me estranha que tenha envolvido o meu nome”. Ele disse que acompanhou os prefeitos numa audiência com o ministro da Educação, que deste encontro a Paraíba ganhou cerca de 100 escolas.

No entanto, derrapou quando disse que “a Paraíba não anda por causa de jornalista como você Nilvan Ferreira”. No mínimo, o parlamentar foi deselegante com Nilvan, que apenas narrou os fatos como eles aconteceram.

Em momento algum, Nilvan Ferreira disse que o deputado Santiago Filho ou o pai dele o ex-senador Wilson Santiago estavam dentro do carro. É bom lembrar, que o parlamentar, embora não se tenha conhecimento da participação dele, usa o carro, embora de sua propriedade, mas combustível pago com verba indenizatória.

Uma pergunta que não quer calar: o que os jornalistas tem a ver com isso.

                   caso policia

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