JAMPA DIGITAL: conheça os nomes dos indiciados pela Polícia Federal

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A Polícia Federal, como se sabe, encaminhou à Justiça Federal da 5ª Região, em Recife, o inquérito contra 23 pessoas por suposto envolvimento na fraude do Jampa Digital, programa que tinha o objetivo de levar internet gratuita para os moradores de João Pessoa.

O governador Ricardo Coutinho (PSB), que à época do lançamento do projeto Jampa Digital era o prefeito de João Pessoa; não foi indiciado. Porém, o braço direito dele e chefe dos procuradores do Estado, Gilberto Carneiro, aparece entre os indiciados com mais de um crime.

Outros nomes abaixo também. São citados mais de uma vez porque aparecem em mais de um crime.

Conheça 20 dos 23 nomes dos indiciados:

– Rômulo Gouveia – vice-governador do Estado;

– Gilberto Carneiro da Gama – Atual Procurador Geral do Estado e ex-secretário de Administração da Prefeitura de João Pessoa;

– Duda Mendonça – publicitário;

– Cristiano Galvão Brochado – ex-funcionário da Empresa Ideia Digital, que teria ajudado na elaboração do documento, frustrar ou fraudar, mediante ajuste no procedimento licitatório;

– Paulo Badaró de França – ex-secretário de Ciência e Tecnologia, que sucedeu o ex-secretário e atual ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro;

– Ronaldo Deutman Alves – responsável por elaborar o orçamento com relação aos valores e propostas apresentados;

– Roberto Takamure – apresentou documentos falsos e concorreu para a frustração do caráter competitivo da licitação;

José Eugênio Jesus Neto – diretor da empresa de Duda Mendonça;

Guido Lemos de Sousa Filho – professor da UFPB;

Francisco Júnior;

Francisco Adrivagner Dantas de Figueiredo – auxiliar de Badaró na Secretaria de Ciência e Tecnologia, acusado de recebimento de propina;

Maria Auxiliadora Martins Maroja – pregoeira, teria dado informações inverídicas no procedimento licitatório;

– Armstrong Zanellato – apresentou procurações dos outros concorrentes;

– Mário Wilson do Lago Júnior – por ter direcionado a licitação em um jogo de ‘cartas marcadas’;

– Paulo de Tarso Araújo de Sousa – por ter indícios de também ter direcionado o processo de licitação;

– Dilson José de Oliveira Leão – teria participado de conluio de contábeis que definiu o orçamento.

– Oscar Oswaldo Iglesias Flores – teria apresentado documentos, ideologicamente falsos, se passando por representante de empresa e, pelo caráter competitivo, concorrido no processo de licitação;

– Ricardo de Araújo de Sousa – teria também apresentado documentos falsos também e concorrido no processo de licitação;

Thiago Menezes de Lucena – recebimento de vantagem indevida;

Graciliano Carvalho de Oliveira: apresentou documentos falsos e concorrer para a frustração do caráter competitivo da licitação;

 

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