Veneziano bota combustível e expõe o DNA bolsonarista

Proclama o apoio de Lula em sua campanha, mas o candidato Veneziano (MDB) copia o presidente Jair Bolsonaro, quando classificou os governadores de “chorões”. Pode ter sido uma recaída, ou uma tentativa de jogar para galera, como de costume.

Aconteceu nas críticas aos chefes do Executivo dos estados, entre eles João Azevêdo (PSB), por causa da ação contra lei sancionada pelo presidente da República, a que diz respeito a alteração da política de cobrança do ICMS sobre combustível.

Se não ficar só na promessa, o emedebista disse que, caso seja eleito em outubro, irá renunciar a ação em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Comentou que “essa choradeira dos governadores não é pertinente porque omite o que arrecadou durante dois anos e meio”, também que “não faz a conversão do que arrecadou e a recomposição prevista constitucionalmente”, analisou.

Veneziano votou a favor ao texto no Congresso, que, segundo ele prevê as recomposições. “O governo do estado só pensa em arrecadar, não menciona os R$ 3,2 bilhões [arrecadados]. Evidentemente tem uma perda, mas não dito pelos gestores que foram ao STF e vamos renunciar a esse instrumento porque manteremos os 17% da alíquota que constitucionalmente nós congressistas votamos, e que fizemos questão da recomposição das perdas aos estados que comprovaram tê-las tido”, concluiu.