Aprimorado no governo do antecessor, o governador João Azevêdo (Cidadania) anuncia o fim dos codificados, uma categoria do servidor estadual [não estável] que recebe dinheiro dos cofres estaduais através do CPF.
São milhares deles, muitos atuando no setor da saúde e serviram como trabalhadores para atuar nas campanhas eleitorais do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), condenado pela TSE por uso dessa mão de obra na campanha à reeleição de 2014.
“É uma vergonha [codificados] que tem na Paraíba há 30 anos e que nós vamos acabar na nossa gestão, agora em janeiro, acabando com esse câncer que eram os codificados, a forma desrespeitosa com os nossos servidores”, destacou.
Por conta deles, o Banco do Brasil, fonte pagadora, está envolvida em uma investigação iniciada a partir de uma denúncia surgida na Justiça Eleitoral através de uma Aije – Ação de Investigação Eleitoral – contra a campanha de Coutinho, movida pela coligação encabeçada pelo PSDB, à época.
