Salvar a segunda inelegibilidade do ex-governador Ricardo Coutinho, mandachuva do PT paraibano, não é uma missão da Assembleia Legislativa, que basta referendar a decisão do TCE-PB, julgando irregulares as contas de 2016 do governo do ex-socialista.
Além da reprovação, os conselheiros também recusaram os remédios jurídicos dos defensores de Coutinho, na tentativa de “reconhecer” que estaria tudo “legal” e que o Tribunal deveria rever a decisão, que pode transformar o ex-governador mais uma vez em ficha suja.
O legislativo espera o relatório do TCE, enquanto os aliados de Coutinho fazem as contas, na tentativa de vê-lo superar os 2/4 da votação para rejeitar a decisão da Corte de Contas paraibana, que já reprovou também de 2017 e, inclusive, a do exercício de 2018 já tem um parecer do Ministério Público de Contas opinando pela reprovação.
Desse jeito vai acabar pedindo música com três contas rejeitadas – 2016, 2017 e 2018.

RC VAI PEDIR MÚSICA 3 VEZ3S SIM. Mas só depois da maioria dos atuais membros da ALPB rejeitar o PARECER do TCE-PB.
Afinal, esse PARECER nega vigência à Lei de Improbidade Administrativa, em sua nova versão BOZO de santidade. O problema é que não há qualquer dolo.. sequer alegação neste sentido .Acho até que ex secretário de estado – hoje pitbull estadual, votará pro MAGO que no momento é tecnicamente elegível.