Desbloquear os bens é mais que deseja Ricardo Coutinho

Os defensores do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) não param. Trabalham noite e dia para aliviar a encrenca do constituinte, hoje menos famoso em comparação a época da caneta cheia, quando perseguia quem cruzasse no seu caminho.

Como se sabe, com os bens sequestrados pela Operação Calvário acusado de desviar mais de R$ 134 milhões da saúde, Coutinho tenta um habeas corpus no STJ – Superior Tribunal de Justiça.

Não deverá obter sucesso. Afinal de contas, a legalista ministra Laurita Vaz, relatora dos processos da Calvário junto ao STJ, é quem vai julgar o pedido do então governador do Estado.

Os bens de Ricardo Coutinho foram sequestrados para pagar os prejuízos causados ao erário público. Em julho passado, o desembargador Ricardo Vital, relator da Calvário no TJPB, desconheceu recurso similar.

A alegação do magistrado paraibano mostrou que a Orcrim desbaratada pelo Gaeco/Ministério Público teria causado “prejuízo aos cofres públicos, com a prática de corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro”.

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.