O paraibano Petrúcio Ferreira atingiu a “barreira do som” nas pistas olímpicas de Tóquio. Um “foguete” recordista nos 100m rasos do atletismo paralímpicos e, claro, ganhou a medalha de ouro com o tempo de 10s53.
Sua marca é algo extraordinário, só comparada a personalidade de quem reconhece suas raízes. O chapéu de couro, por exemplo, é um belo exemplo, também quando declara que “essa medalha (ouro) eu compartilho com meus irmãos de São José do Brejo do Cruz e todos os paraibanos”.
O município fica bem ali, distante pouco mais de 394km de João Pessoa, onde fixou residência para aprimorar seus treinamentos com o professor Pedrinho. “Um pai para mim”, costuma proclamar sempre que instado a falar do treinador.
Bem, o que dizer mais de Petrúcio Ferreira? Parabéns não é o bastante, mas que seja reconhecido como um ídolo de todos os paraibanos e brasileiros.
Valeu, camarada!
