Procede de Brasília a informação de que as contas do ex-governador Ricardo Coutinho, durante o seu período na presidência da Fundação João Mangabeira, do PSB, estão sendo auditadas.
Há gastos “estranhos” de toda espécie, conforme confidenciou uma fonte. A atual administração da FJM tem demonstrado preocupação porque encontrou o cofre da fundação zerado. Ou seja, sem nenhum tostão, ou real para atualizar a moeda.
O trabalho de auditoria já está em curso. Falam em despesas astronômicas, principalmente de viagens internacionais. E por aí vai…
Não custa lembrar que o ex-governador acumula duas contas rejeitadas de sua gestão pelo TCE, referentes aos exercícios de 2016 e 2017. As de 2018 já tem parecer desfavorável, conforme analise do Ministério Público de Contas.

Sobre a nota publicada no blog Marcone Ferreira, dia 15 de agosto, a Fundação João Mangabeira (FJM) esclarece que a informação não procede.
Todas as contas, de todos os anos, de todos os presidentes, são auditadas, por orientação do Ministério Público, que fiscaliza o funcionamento das fundações partidárias.
Por se tratar de recursos públicos, via fundo partidário, tudo é, naturalmente, fiscalizado por auditores independentes, e há compliance da FJM, que orienta o Conselho Fiscal da fundação.
Não há, até a presente data, nenhuma representação ou denúncia específica sobre o período que o ex-governador Ricardo Coutinho presidiu esta entidade.
Ranier Grandé
Assessoria de Comunicação Da Fundação João Mangabeira