O presidenciável Eduardo Leite adotou a sua própria reforma política, quando extinguiu do seu projeto o “instituto da reeleição”, criado, por ironia do destino, pelo seu PSDB. Em Campina Grande, na manhã deste sábado (14), ele reafirmou que não pretende concorrer a recondução ao governo do Rio Grande do Sul.
“Eu já tinha feito isso enquanto prefeito de Pelotas, terceira maior cidade do Rio Grande, quando fui gestor por um único mandato e meu substituto se elegeu com 90% dos votos, também um percentual expressivo em minha eleição ao governo em 2018”, destacou.
Leite está em campanha interna, trabalhando seu nome para representar os tucanos nas eleições presidenciais de 2022. A disputa é com o governador de São Paulo, João Doria, o senador Tasso Gereissati e o ex-senador Artur Virgílio.
Em Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral do Estado, ele procurou se inteirar, em especial, da situação da saúde e participou de uma entrevista coletiva de imprensa. Esteve ciceroneado pelos deputados Pedro Cunha Lima (federal), Tovar Correia Lima e Camila Toscano, além do suplente Rafafá.

Foto: Reprodução
