Concordando com malfeitos do ex-governador, Gleisi impõe filiação de Ricardo Coutinho

Da mesma forma que tentou tumultuar a postulação do então candidato a prefeito Anísio Maia, na eleição municipal do ano passado, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, articula a mesma maldade no pleito de 2022.

Em entrevista ao repórter Wallison Bezerra, disse que o PT abriu diálogo de refiliação do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), rejeitado pela maioria dos integrantes do Diretório estadual, inclusive os deputados Frei Anastácio (federal) e Anísio Maia (estadual).

Alegam ser Ricardo um “desagregador”, um entendimento de todos os políticos paraibanos que conviveram com ele. Gleisi, ao propor uma aproximação com o governador João Azevêdo (Cidadania), candidato à reeleição, defende essa tese com intuito de tumultuar a base política do chefe do Executivo da Paraíba.

Sem saber o que está acontecendo, ela impôs a filiação de Coutinho, condenado pela Lei da Ficha Limpa e investigado pela Operação Calvário, acusado de desviar R$ 134 milhões da saúde, também de ser “comandante máximo” da Orcrim.

Minha posição e a do presidente Lula é de acolhida. Ter Ricardo no PT, com certeza, é muito importante para nós”, proclamou Gleisi, talvez, concordando com os malfeitos do ex-governador.

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