O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) comemora a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que mandou para à Justiça Eleitoral, como o paciente pretendia, uma das ações penais no âmbito da Operação Calvário. Tirou da competência da Justiça Comum.
Em princípio, o Ministério Público Federal foi contra a tese e não poderia ser diferente, sob o argumento que os crimes dos quais ele (Ricardo Coutinho) é acusado não têm conexão comprovada com a questão eleitoral.
O advogado Rafael Carneiro responde pela defesa de Coutinho. Ele alegou no pedido que o juízo da 3ª Vara Criminal de João Pessoa não poderia ter recebido a denúncia apresentada contra ele por não ter competência sobre questões eleitorais.
A julgar pela decisão em si, parece que se confirma que o advogado Cristiano Zanin, defensor do ex-presidente Lula no caso da Operação Lava Jato, conforme noticiado pelo jornalista Helder Moura em seu blog, entrou de cabeça na causa em defesa de Ricardo Coutinho.
