Com o ‘silêncio’ de Pazuello, tendência é o esfriamento da CPI da Pandemia

A tendência da CPI da Pandemia é perder força com o “silêncio” do general Pazuello, que adquiriu o direito de ficar calado perante os senadores que trabalham na Comissão de Inquérito do Senado. O Supremo Tribunal Federal garantiu ao ex-ministro da Saúde essa condição.

Portanto, não faz nem mais sentido a convocação de Pazuello. Ele presente e diante das perguntas dos senadores haverá de responder apenas com o balanço da cabeça, uma cena que já foi vista numa época recente com Antônio Palocci, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.

O trabalho da CPI, agora, está completamente comprometido e há uma tendência de esfriamento, de desestimulo mesmo dos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19.

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