As propinas com os recursos pagos pelo governo estadual, através da Secretaria de Educação, poderiam chegar até 45%. Porém, variaram entre 5% e 30%, dependendo do material adquirido. Os percentuais foram apurados pelo Gaeco.
De acordo com a delação de Waldson Sousa, um dos investigados, a aquisição de livros rendia propina de 30% e os demais materiais, como laboratório, kits escolares, entre outros, poderiam atingir 20%. Chegaram aos mais dos malfeitores após a realização dos pagamentos pelo Estado.
O esquema era produzido pelo empresário Pietro Harley, usado como testa de ferro da organização criminosa.
