Não convidem o ex-governador Ricardo Coutinho e o deputado federal Gervásio Maia, ambos do PSB, para sentar na mesma mesa do jantar. Está correndo o risco de presenciar uma “via de fato”.
Diz-se que tem tudo a ver com o fundo partidário. Como se sabe, Ricardo, depois da Operação Calvário e ser considerado pelo Ministério Público de “comandante máximo” da ORCRIM socialista; acusada de desviar R$ 134 milhões da saúde, passou a presidência do PSB para Gervásio.
Claro, que o responsável pelo “fundão” eleitoral ficou sob a tutela de Gervásio e o ex-governador, veja você, ficou dependendo do colega de partido, que não atendeu 100% dos pedidos do mandachuva da legenda socialista.
Resultado dessa briga foi a derrota eleitoral de ambos. Gervásio só conseguiu eleger o prefeito de Pedro Régis. Ricardo ficou com o melancólico sexto lugar na eleição para prefeito de João Pessoa, ficando atrás, pela ordem, de Cícero Lucena, Nilvan Ferreira, Ruy Carneiro, Wallber Virgolino e Edilma Freire.
