Márcia teria assinado aditivo de contrato enquanto esteve presa

Presidente da Câmara de Conde, o vereador Carlos Manga jogou no asfalto uma denúncia grave e requer, desde já, uma investigação criminal pelo Ministério Pública, via Gaeco; e outra pelo Tribunal de Contas do Estado.

Em live nas redes sociais, Manga disse que a prefeita Márcia Lucena – ela cumpre medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica – teria assinado aditivo de um contrato enquanto esteve presa.

Cópias dos diários oficiais com as publicações datadas nos dias 8 e 9 de janeiro de 2020 foram exibidas pelo vereador. Ele acredita que os aditivos foram assinados nos dias 18, 20 e 22 de dezembro.

“Como é que ela assinou isso? Levaram pra ela assinar lá dentro do presídio?”, questionou o presidente da Câmara Municipal. Márcia foi presa dia 17 de dezembro durante a 7ª fase da Operação Calvário.

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