Tornozelado faz lives para justificar salário pago pela Fundação do PSB

Com a popularidade em baixa, o ex-presidiário Ricardo Coutinho, atualmente fazendo uso de tornozeleira eletrônica, “cuspiu fogo” na noite passada com uma dessas lives com transmissão pelas redes sociais. Teve repercussão quase zero.

Investigado pela Operação Calvário, acusado de ser o “comandante máximo” de uma organização criminosa que desviou mais de R$ 134 milhões da saúde dos paraibanos, Coutinho palestrou sobre pandemia (coronavírus) e economia.

Sente necessidade de fazer uso do instrumento – não é a tornozeleira – para justificar os R$ 30 mil mensais que recebe da Fundação João Mangabeira, da qual preside e não está podendo sair da Paraíba pelas limitações impostas pela Justiça.

Pandemia é algo que o ex-governador conhece bem e a Paraíba agradece por ele não estar no poder, porque a situação por aqui estaria, na verdade, um caos. E sobre a economia, com o estado em calamidade pública, sem a obrigação de licitar, certamente montaria hospitais de campanha ao longo das areias da orla marítima de João Pessoa. Claro, em parceria com a Cruz Vermelha, a gaúcha.

Mas, enfim, o importante das lives do ex-presidiário é que os paraibanos esqueceram definitivamente do paladino da moralidade, delatado por Daniel Gomes, Livânia Farias, Ivan Burity, Leandro Nunes e Maria Laura Caldas, além de uma fila de colaboradores prontos para bater a língua nos dentes.

Foto: Blog de Helder Moura

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