O dinheiro que o Ministério Público disse que ex Ricardo Coutinho teria desviado da saúde serviu para tudo, menos para ser investido na saúde da população da Paraíba, que sofreu nas portas dos hospitais em busca de atendimento. Mas como atender, se faltava o básico.
Mas o vil metal da corrupção serviu como troca de moeda para compra de pedras preciosas, usadas para esconder a propina repassada a um bando desbaratado nas investigação da Operação Calvário.
Em seu blog, Helder Moura escreve: “a impressionante ousadia de integrantes daquele organização criminosa desbaratada pela Operação Calvário”. Destaca que haviam muitas e muitas “tranquinagens, que incluia desde ingressos gratuitos para shows, passando por décimo terceiro de propina até a lavagem de dinheiro com pedras preciosas.”
Os malfeitores não tinham limites, conforme conta o blogueiro: “as pedras preciosas, no caso, turmalinas da Paraíba, são mais fáceis de ser conduzidas para um lugar seguro. O volume é menor, afinal o dinheiro em caixas dá muito na cara, como, aliás, já vimos. Já as pedras podem ser enterradas em botijas para uso futuro, e não se desvalorizam. O dinheiro nem tanto. Pode mofar, perder o valor, essas coisas.”
Pois bem. Por isso, os caras estão andando de tornozeleira eletrônica, com horário para sair e chegar em casa e com limitações de locais, sendo monitorados até quando dormem por uma central… Ou seja, isso não é nada para quem roubou milhões e hoje são beneficiados com a quarentena para não ser infectados pelo coronavírus.

Infelizmente é assim que nossa justiça funciona essa tornozelaira é apenas para dar alguma satisfação aos paraibanos