O PSB paraibano soltou uma nota após o anúncio de desfiliação de João Azevedo nesta terça (3), onde tenta inverter a ordem dos fatores atribuindo ao governador “a formalização de um ato de traição”.
É importante lembrar que João não traiu o partido, conforme afirma o partido no escrito. Ele só quer tocar o governo, foco que é observado no dia a dia das ações administrativas do Estado.
Também não combina com o governador e, sim, o ex Ricardo Coutinho a declaração final do texto, que diz: “A política ama a traição, mas abomina o traidor”.
Em se tratando de traição, existe um elenco de políticos traídos pelo mandachuva dos socialistas. Podemos citar alguns: José Maranhão, Manoel Júnior, Nadja Palitot…
… E mais: José Maranhão (de novo) Cássio Cunha Lima, Luciano Cartaxo, Lucélio Cartaxo, além de outros do chamado coletivo. Mais tem mais gente traída.
Os últimos desse elenco o governador João Azevedo e Edvaldo Rosas, ex-presidente estadual do PSB, vítima da intervenção articulada pelo ex Ricardo Coutinho.
A nota assinada “por ninguém” fala em “obsessão” de João em concorrer a reeleição. A imprensa não noticiou a suposta pretensão, mas, sim, que Ricardo pensa em concorrer a Prefeitura para chegar ao governo em 2022.
