Se tudo possível onde no estado em que se desvia mais de R$ 1 bilhão da saúde, então botar panos quentes na pra ser instalada CPI da Energisa é fichinha, mas não no que pode vir na investigação do chamado “fio preto”.
Segundo o deputado Cabo Gilberto, “forças estranhas surgiram de repente para evitar que investiguemos, por exemplo, o relógio-medidor da Energisa, que corre como uma velocidade de uma máquina de fórmula um”, insiste ele na tese.
A instalação de uma CPI em cima da Energisa surgiu de uma iniciativa conjunta dos deputados Cabo Gilberto e Felipe Leitão, que saíram em defesa da população, principalmente aquela que mais precisa e não está em condição de pagar mais a taxa de luz.
Encarar os parlamentares é tudo o que não deseja o corpo diretivo da empresa de luz, que massacra até quem mora e vive no mais longínquo município paraibano.
