Acusação quer mostrar no TSE que Empreender desequilibrou as eleições de 14. Só isso e nada mais

Em sua 6ª fase, a Operação Calvário não servirá de elemento no processo de inelegibilidade por oito anos do ex Ricardo Coutinho durante o julgamento da Aije do Empreender, agora no Tribunal Superior Eleitoral.

“Talvez, seja esse o plano deles (defesa), que é levar os crimes praticados contra os cofres públicos, que gerou a Operação Calvário, para o eleitoral. Não é isso que queremos, mas sim mostrar que o Empreender desequilibrou a campanha de 2014”, disse o advogado Harrisson Targino.

E parece ter desequilibrado mesmo, porque no primeiro turno o então candidato à reeleição perdeu por diferença de 3 mil votos e levou aquela eleição com 100 mil votos de vantagem no segundo turno.

A Justiça Eleitoral daqui não viu isso, e não calcula o prejuízo que causou a Paraíba.

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