Operação Calvário encoraja Tribunal de Contas do Estado a julgar irregular gestão da Cruz Vermelha

Antes tarde do que nunca.

Foi preciso o ex Ricardo Coutinho concluir o seu mandato em dezembro de 2018 para o TCE/Paraíba, finalmente, julgasse irregular a gestão da Cruz Vermelha gaúcha. E não economizou na tinta para imputar um débito de R$ 10,7 milhões aos ex-gestores.

O colega, também blogueiro Helder Moura, definiu bem ao escrever: “o Tribunal de Contas do Estado já encontrou o que levou oito anos para não encontrar”, se referindo ele “a relação incestuosa do Governo do Estado (2011 a 2018) com a Cruz Vermelha gaúcha”.

O órgão agora está com todo gás, porque antes já havia condenado a organização social a devolver mais de R$ 9 milhões aos cofres do Estado. Constatou uma série de crimes, a exemplo de superfaturamento e desvio de recursos públicos.

Irregularidades descobertas só agora com o advento da Operação Calvário, entre as quais os contratos da Cruz Vermelha, responsável pela terceirização do Hospital de Trauma de João Pessoa, com seus fornecedores.

Não é que seja tarde, mas chegou a hora do TCE se redimir de possíveis falhas do passado.

2 comments

  1. É uma vergonha este tribunal de políticos.
    Tem que acabar com estas nomeações arranjadas pra ser conselheiro.

  2. só agora estes incompetentes ou aquinhoados dos ex governador e chefe da quadrilha , viram as irregularidades desse exemplo de honestidade ,fez com os paraibanos, em todos os sentidos ou em todos os postos de sua administração, só agora mais a mascara esta caindo e veremos se deus assim permitir a vergonha de um trabalho feito só de maneira inlícíta e maldosa com o povo de seu estado, mais a justiça estar dardando espero que não falhe e puna severamente ele e seus comparsas pelo mal que nos tem feito.

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.