A Operação Calvário virou uma tranquilidade para os investigados, que não dormiam sem o efeito de lexotan no período em que começou a ação do Gaeco/Ministério Público.
Mais de sete meses depois e nada! Prenderam, primeiramente, Leandro Carvalho, depois Livânia Farias e posteriormente Laura Carneiro, que fizeram delação premiada.
Diferentemente do que acontece no Rio, onde os acusados estão presos e sentenciados, aqui a pressão é grande e não anda. Parou no tempo, em que pese os mais de R$ 1 bilhão surrupiados da saúde.
A esperança é uma inspeção do Conselho Nacional do Ministério Público no MP daqui. Saber porque as investigações não andam para que o figurão, ou figurões, vá fazer morada aonde ninguém deseja.
