A defesa do ex Ricardo Coutinho trabalha aqui, também em Brasília, para evitar que o voto do juiz federal, com acento no TRE, influencie os ministros quando do julgamento do “caso Empreender” na instância superior eleitoral.
O volumoso processo deve desembarcar no Tribunal Superior Eleitoral ainda este ano, na hipótese de haver nenhuma intercorrência, a exemplo do que ocorreu na tramitação da ação aqui, que veio julgar o caso depois de quatro anos.
Neste sentido, o ex Ricardo, Márcia Lucena, Waldson Sousa e Lígia Feliciano interpuseram embargos de declaração, com o objetivo de procrastinar a remessa do processo à Brasília.
Como se sabe, o processo perdeu o objetivo da cassação, mas pede-se a inelegibilidade de RC por oito anos por crime eleitoral na campanha de 2014, através do uso do programa Empreender. Os referidos embargos estão na pauta de julgamento desta segunda (7).
