Parte da Operação Calvário, iniciada pelo Gaeco/Ministério Público do Estado, vai parar no Ministério Público Federal e, consequentemente, na Polícia Federal.
O blog soube que houve uma divisão dos recursos supostamente desviados da saúde paraibana. A parte do que teria sido subtraído do tesouro estadual fica com o Gaeco.
Por outro lado, dos recursos federais ficará sob a responsabilidade do MPF e à Polícia Federal. O que isso significa: no caso nacional, a venda maior de lexotan.
