Enganado partidariamente pelo antecessor, o governador João Azevedo vai esperar uma definição do PSB Federal sobre a fraude que gerou a dissolução do Diretório estadual. A ilegalidade, obvio, teve a conivência do presidente nacional Carlos Siqueira.
João pretende se posicionar imediatamente para tranquilizar seus seguidores políticos. A golpe que derrubou Edvaldo Rosas da presidência estadual socialista não atingiu o número suficientes de 26 assinaturas de 51 diretorianos.
Ontem, o governador declinou oficialmente de participar da comissão interventora, presidida pelo ex Ricardo Coutinho. “Não dá para decidir em cima de conjecturas. Temos que esperar que momento efetivamente aconteça para me posicionar, e possa fechar esse ciclo”.
