De passagem pela Assembleia na manhã de hoje, o deputado federal Gervásio Maia insinuou que o ex Ricardo Coutinho é uma vítima na crise interna do PSB, e não o governador João Azevedo surpreendido com o golpe da intervenção no Diretório estadual.
Disse que se não fosse o ex-governador os 22 deputados eleitos da atual base governista não teriam sido eleitos, como também “se não fosse ele (RC) João não seria hoje o governador do Estado”, proclamou.
Da boca do parlamentar pareceu que o ex segue ainda “governador”, mesmo contragosto de muitos socialistas que seguem com Azevedo após a divisão. Chegou a declarar que não acredita em rompimento, “porque não existe motivos para isso”.
Desconhece que o seu chefe Ricardo Coutinho deu o golpe quando tirou Edvaldo Rosas da presidência estadual da legenda. Bem, se o rompimento não existe na fala de Gervásio, ele próprio se contradiz quando quase omite o nome de João durante quase 10 minutos de entrevista.
